Aos
14 anos, na Bahia, começou
a trabalhar em jornais e a participar
da vida literária, sendo
um dos fundadores da Academia
dos Rebeldes, grupo que, juntamente
com os de Arco e Flecha
e de Samba, desempenhou
importante papel na renovação
das letras baianas.
Em
1945, foi eleito deputado pelo
Estado de São Paulo,
tendo participado da Assembléia
Constituinte (1946), sendo responsável
por várias leis que beneficiavam
a cultura, entre elas a lei
que assegura a liberdade de
culto religioso.
Viveu
exilado na Argentina e Uruguai
(1941-42), em Paris (1948-50)
e em Praga (1951-52).
Foi
eleito em 6 de abril de 1961
para a cadeira número
23, da Academia Brasileira de
Letras. É membro da Academia
de Letras da Bahia, membro correspondente
da Academia de Ciências
e Letras da República
Democrática Alemã,
membro correspondente da Academia
de Ciências de Lisboa,
membro correspondente da Academia
Paulista de Letras, e Obá
do Axé do Opô Afonjá
na Bahia.
Casado
desde 1945 com a escritora Zélia
Gattai, com quem teve dois filhos,
João Jorge Amado, nascido
no Rio de Janeiro em 1947, e
Paloma Amado Costa, nascida
em Praga, Tchecoslováquia,
em 1951.
Falecido
em Salvador, Bahia, em 6 de
agosto de 2001.
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